sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

George Lucas nega que Han atirou primeiro

Transcrito do Cinema em Cena.


George Lucas
Em razão do relançamento de Star Wars: Episódio I – A Ameaça Fantasma em 3D nos cinemas, o diretor George Lucas concedeu uma entrevista ao site The Hollywood Reportere respondeu a algumas questões sobre pirataria, Indiana Jones 5 e, principalmente, sobre todas as mudanças pós-lançamento que fez aos seis Star Wars.
Ao todo, foram cinco perguntas para o diretor, e, na primeira delas, Lucas disse que esta versão de A Ameaça Fantasma que chega aos cinemas hoje é a mesma do Blu-ray (que, de acordo com Lucas, é a melhor) com apenas a conversão para 3D como diferença. Mas o que realmente pode irritar alguns fãs é a resposta de Lucas para a segunda pergunta, na qual o repórter questiona como ele se sente com a reclamação dos fãs a algumas mudanças dos filmes, como o Yoda em CGI no Episódio I e o “quem atira primeiro” entre Han Solo e Greedo.
Eis a resposta do diretor: “[Star Wars] não é um evento religioso. Eu odeio dizer isso às pessoas. É um filme, apenas um filme. Quanto à controvérsia entre quem atirou primeiro, Greedo ou Han Solo, no Episódio IV, o que eu fiz foi tentar esclarecer a confusão, mas obviamente aborreci as pessoas porque elas queriam que Solo fosse um assassino a sangue-frio, mas ele não é. A cena foi toda feita em close-ups e ficou confuso sobre quem fez o quê. Eu acrescentei um plano pequeno que deixou claro que Greedo foi quem atirou primeiro (...) É a mesma coisa com o Yoda. Nós tentamos fazê-lo em CGI para o Episódio I, mas não conseguimos a tempo. Nós não tínhamos a tecnologia suficiente para trabalhar, então tivemos que usar o boneco, mas ele não era tão bom quanto o CGI. Então, quando refizemos, nós colocamos o CGI de volta, porque era o que estava programado anteriormente”.
Seguindo... O THR também perguntou a Lucas qual era sua opinião sobre os projetos SOPA e PIPA e outros assuntos em relação à pirataria, e ele respondeu: “Se nós tivéssemos um sistema legal inteligente, todo mundo se juntaria e escreveria a melhor resposta possível. Colocar o mundo digital contra o tradicional e dizer que é um ou outro não é uma decisão sábia. Porque o que você está dizendo é: ‘você quer que filmes existam, ou você quer que tudo esteja na internet e assistir a gatos vendo televisão ou algo assim?’ Todo mundo quer filmes, todo mundo quer programas de televisão, e todo mundo quer mídia digital. Só cabe ao governo se sentar com ambos os lados e escrever uma nota razoável”.
Para finalizar, Lucas comentou que adorou A Invenção de Hugo Cabret, primeira experiência 3D de seu amigo Martin Scorsese, e disse que o filme reinventa os negócios dos efeitos visuais e especiais. E quando finalmente questionado sobre Indiana Jones 5 (Lucas é criador da história da saga, junto com Steven Spielberg) sua resposta foi: “Eu deveria estar trabalhando nele agora, mas eu estou aqui falando com você ao invés disso (risos)”.

Casaco do Capitão

Sim, eu sei que vão achar que eu não tenho senso do ridículo. Mas até fiquei com vontade de comprar esse casaco do Capitão. Se eu me animaria a sair na rua vestido assim já é outra história. 
À venda na HotTopic, por 60 doletas.



quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Entrevista com Miguel Nicolelis

Nicolelis é um cara que deveria dispensar apresentações. Infelizmente, no Brasil, ele fica ofuscado por personalidades mais relevantes, como Neymar ou aquela Luiza do Canadá. Mas quem nunca ouviu falar do cara procure já no Google.

Transcrevo a entrevista para a Planeta, que já é meio antiga e já foi reproduzida pela blogosfera. Mas a matéria é de relevância. Ali o cara fala de religião, dos problemas para ser pesquisador no Brasil, e tem uma concepção filosófica da realidade semelhante à Matrix (ou ao Véu de Maya dos budistas).

- Para, Papai! O senhor esqueceu de tomar o remedinho hoje!
O que mais me chamou atenção foi sua profecia sobre a queda do culto ao corpo, suplantado por  uma Era da Mente. Essa era uma coisa que eu queria estar vivo para ver. Infelizmente, (ainda) sou bastante cético quanto a isso.




Miguel Nicolelis (Entrevista)

Papo cabeça: A humanidade é dominada por três esquizofrênicos que ouviam vozes, olhavam para o céu e achavam que alguém estava falando com eles, afirma um dos maiores nomes da neurociência contemporânea.

por maria da paz trefaut  (REVISTA PLANETA)

O mais renomado cientista brasileiro da atualidade, Miguel Nicolelis, vive entre Brasil, Estados Unidos e Suíça. Às vezes completa essa triangulação em uma semana e nem sabe em que fuso horário está. Mas isso não o incomoda. Com projetos nos três países, o neurocientista paulista, fanático pelo Palmeiras, tem a ambição de fazer um adolescente brasileiro tetraplégico dar o pontapé inicial na abertura da Copa do Mundo de Futebol de 2014. Para isso, usará uma veste robótica controlada pela força do pensamento.
Desvendar a possível interação cérebro- máquina é um dos grandes desafios de Nicolelis, referência na pesquisa com próteses neurais, cujo trabalho integra a lista das "Dez Tecnologias que Vão Mudar o Mundo", do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). Professor de neuroengenharia da Universidade Duke (EUA), tem projetos educacionais igualmente ambiciosos no Brasil. Um deles é em Macaíba, no Rio Grande do Norte. Ali deverá ser inaugurado, no início de 2012, o "Campus do Cérebro", uma escola em período integral que beneficiará 5 mil crianças, do berçário ao ensino médio. Já o "Educação para Toda a Vida", que começa na barriga da mãe, vai prestar assistência gratuita para 15 mil gestantes na periferia de Natal.
Uma amostra das ideias de Nicolelis está no livro Muito Além do Nosso Eu, recém-lançado pela Companhia das Letras, e nesta entrevista.
Se um tetraplégico der um pontapé na bola, na abertura da Copa de 2014, será uma revolução na ciência. O que ela tem de essencial?

É uma nova forma de abordar a questão da reabilitação e uma nova forma de entender o cérebro. Sem uma nova teoria do cérebro a gente não teria conseguido chegar a essa tentativa de fazer uma aplicação clínica. É também uma revolução tecnológica, porque essas aplicações não vão se restringir à medicina. As interfaces cérebro-máquina envolvem interações com nossos computadores e com as ferramentas que usamos diariamente (leia mais na página 40).
Esses tratamentos devem ajudar a romper o estigma das doenças?

Essa é uma das razões pelas quais escrevi este último livro. Para mostrar que o que a gente chama de normal e anormal é separado por uma fronteira muito tênue. É muito rápido um cérebro dito normal evoluir para um dito patológico. Para um de nós ficar esquizofrênico não é preciso muito.
É um processo químico?

Entre outras coisas. No frigir dos ovos, tudo se resume a uma mudança de balanço de neurotransmissor e de atividade elétrica do cérebro. A gente percebe que são pequenas variações que levam você a ouvir vozes, ter delírios. Nos dias de hoje, aliás, a humanidade curiosamente é dominada por três esquizofrênicos que ouviam vozes, olhavam para o céu e achavam que alguém estava falando com eles.
Quem são?

Jesus Cristo, Maomé e Abraão. Muito provavelmente os três precisavam de haldol (medicamento para esquizofrenia). É arbitrária qualquer classificação que defina as bordas da normalidade. Cada vez mais a intolerância e o preconceito esculpem essa borda com seus interesses próprios ideológicos e políticos. Quando você vê o cérebro por dentro e começa a entender o que acontece, percebe como é fácil ir de um lado para outro.

Você falou de três símbolos religiosos. Você é ateu?

Sim, mas acho que a religião faz parte do sistema nervoso. Como o cérebro é um simulador da realidade, ele cria um modelo e uma ilusão de realidade para cada um de nós. Ele precisa de uma história: de onde viemos? Como começou o universo?
Materialista ou religiosa?

Exatamente. Os pigmeus africanos acham que a gente saiu do céu, que havia uma corda e eles foram descendo. Toda cultura tem uma história. O problema é que algumas são excludentes e prejudiciais ao bom convívio da espécie, na medida em que elegem os eleitos e os não eleitos.
A questão dos comandos cerebrais envolve telepatia?

Não, porque a telepatia pressupõe que a energia espontânea do cérebro é capaz de transmitir pensamentos.
Há energia no cérebro?

Ele tem um campo elétrico e magnético, mas muito pequeno. Não tem como um sinal sair do cérebro, passar pelo crânio e ir da minha cabeça para a sua. É impossível! Mas você pode registrar esses sinais, transmiti-los artificialmente - como a gente já faz - e mandá-los para uma máquina ou, em teoria, para outro cérebro. É nisso que estamos trabalhando.
Esse é o objetivo da brainnet?

Estamos trabalhando na ideia original, brain to brain interface. Trata-se de pegar o sinal de um cérebro e mandar para outro e ver se ele entende. Se for possível com um par de cérebros, será possível em qualquer combinação. Claro que tecnologicamente isso tem dificuldades enormes: não basta registrar o sinal, mas entregá-lo para outro cérebro. Em teoria, a ideia é factível.
Como você vê o futuro...
Bem diferente do atual. A gente tem a tendência de ter medo, porque todos os sinais do futuro são dramáticos.
... da máquina humanizada...

Isso é uma barbaridade científica. Não há nenhum computador que tenha a chance de reproduzir atributos humanos. Isso é pura balela, propaganda ideológica. É uma visão capitalista, de que você não vale nada e pode ser substituído por um robô. A máquina consegue executar movimentos repetitivos. Não consegue escrever poesia, pintar como Picasso, tomar decisões baseadas na natureza humana. Todas as características que fazem a gente ser como é resultam de processos extremamente complexos no cérebro e são fenômenos não computáveis.
Isso define o limite da tecnologia?

Claro, ela é uma expressão da nossa capacidade criativa. Por isso são tão interessantes esses achados neurofisiológicos recentes, que mostram que todas as ferramentas que criamos são assimiladas pelo cérebro como uma extensão do nosso corpo: mouse, caneta, raquete de tênis, bola, carro, bicicleta. O cérebro cria a ilusão do que o nosso corpo é. E tudo o que a gente experimenta é uma ilusão; é um modelo do mundo.
Tudo é ilusão?

Sim. Se seu cérebro fosse diferente, você ia ver o mundo diferente. A sua história de vida foi diferente da minha; nós dois olhamos uma rosa vermelha e ela evoca memórias peculiares em cada um. Até recentemente a gente achava que a sua experiência e a minha, ao olhar uma coisa assim, era a mesma. Hoje a gente sabe que não é: o cérebro tem uma opinião. Esse ponto de vista foi construído ao longo da sua vida e da minha e ao longo da nossa espécie do ponto de vista evolutivo. Nosso cérebro vai ter um papel cada vez mais relevante na ampliação do nosso alcance como espécie. O nosso corpo vai perder relevância.
Mas vivemos o culto do corpo.

Pois é, até hoje o culto do corpo dominou nossa espécie. Então, quem aproveitou, aproveitou. A partir daqui, quem vai ganhar o embate é a mente. A seleção natural de quem vai sobreviver privilegiará aqueles capazes de usar a mente para agir com uma cornucópia de equipamentos, ferramentas e tecnologias que serão controláveis apenas por pensamentos. Antes, sobrevivia quem caçava bem. Amanhã será a vez de quem conseguir usar a mente para controlar 200 equipamentos ao mesmo tempo.

Diz-se que usamos uma porcentagem ínfima da nossa capacidade.

Mentira. Na verdade, a gente usa tudo o que tem. Se tivesse mais, usava também. A gente perde neurônios a partir dos 18 anos, mas é uma perda muito pequena. Num certo ponto da vida essa perda passa a ser relevante: você vai esquecendo coisas e não tem mais a mesma agilidade mental.
Como você cuida dos neurônios?

Pensando. Desafiando a mente a pensar em coisas a que não estou habituado. É como um exercício físico.
Não cansa?

Demais. Tem dias que o esforço é tanto que eu capoto e acordo no outro. Estou ligado o tempo inteiro. Para mim isso não é trabalho, é prazer.
Vinte anos fora do Brasil modificaram a sua visão?

Ah, o exílio é o maior elixir do patriotismo. Você vê as coisas que não são boas, mas isso não abate as maravilhas que existem aqui. Temos muito potencial, que agora começa a aflorar de forma caótica. Mas temos um grande desafio pela frente. Nossa classe polícortica é muito fraca, muito pobre, dissociada da realidade. É uma classe que só pensa no espólio, em como extrair para si o que for possível. A situação da população melhorou bastante nos últimos anos, mas ainda falta muito para se construir uma cidadania plena. A educação é o único caminho.
Você se considera ousado?

Sim, desde o futebol na rua. Sempre me meti onde não era chamado.
E só encontrou espaço para se desenvolver fora?

Não havia muito espaço para minhas ideias quando deixei o Brasil. Ao pensar em voltar, fui desencorajado.
Por quem?

Pelo chefe do departamento que, claramente, tinha seus protegidos e sabia que minha volta ia causar problemas. Era 1991 e a situação brasileira era muito complicada, com o confisco do governo Collor. Perdi toda a poupança que tinha e nunca mais recuperei. Mas minha grande crítica é que acho que grande parte da ciência brasileira é humilde. As pessoas têm medo de ousar, têm complexo de que não se pode fazer coisa grande, ambiciosa. Têm medo.
Isso prejudica o Brasil?

A ciência brasileira é muito provinciana. A academia de ciências também, e a maneira de financiar é cartorial. Nosso modelo é um dos mais perniciosos para um jovem cientista penetrar. Os sujeitos mais seniores dominam tudo e se você não tem um padrinho não consegue nada, porque é clube fechado. Nos Estados Unidos é o contrário: as possibilidades de financiamento para os jovens são garantidas de forma a assegurar uma renovação contínua de talentos. Aqui, o negócio é manter o status quo.
Miguel Nicolelis
é professor da Universidade Duke e pesquisador de renome mundial em neuroengenharia

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Review: O Preço do Amanhã

Apesar de um filme estrelado por Justin Tinbarlake fazer qualquer um já torcer o nariz antecipadamente,  O Preço do Amanhã (In Time) é uma bela metáfora anticapitalista disfarçada de FC de ação que vale a pena conferir.

Desta vez, o cantor de boy band vive um autêntico heroi da classe operária, que decide lutar contra o sistema após um ricaço arrependido lhe mostrar como funciona a coisa.

No mundo de In Time, todos podem (em tese) viver eternamente. Claro que, como diz o título em português, essa juventude eterna não sai de graça. Quando uma pessoa faz 25,  aparece um  relógio virtual no pulso, mostrando o tempo que resta ao vivente. Aqui, tempo, literalmente, é dinheiro.

Para sobreviver, a pessoa tem que trabalhar (ou roubar) para ganhar mais tempo de vida. Outra opção é pegar tempo a juros (módicos) num daqueles Credi Matone, administrado por milionários, que, literalmente, sugam a vida dos mais pobres. O modelo urbanístico é dividido em "zonas temporais", cujo custo de vida aumenta gradativamente para selecionar seus habitantes.

Amanda Seyfried faz a mocinha e filha do vilão milionário. Cillian Murphy, o eterno Espantalho, faz o policial que, mesmo explorado, acredita no sistema e faz de tudo para mantê-lo. Qualquer semelhança com a nossa Polícia Militar não é mera coincidência.

O filme ainda conta com um visual retrô que, de certa forma, remete a distopias como Logan's Run (cuja série de TV eu adorava ver na Bandeirantes quando criança) e o já clássico Gattaca.

Taí uma coisa que não se vê todos os dias.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Murray Groat desenhou capas muito bacanas, imaginando a incursão de Tintim na mitologia de H.P. Lovecraft. Taí um crossover que seria muito legal mesmo! Pena que Hergé não está mais entre nós. Porém... That is not dead which can eternal lie, yet with stranger aeons, even Death may die.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Ferris Bueller is back

A Honda fez um comercial bem bacana com Matthew Broderick reprisando seu papel mais famoso. Preciso dizer que "Curtindo a vida adoidado" é um clássico absoluto da sessäo da tarde? Bons tempos quando bons filmes eram exibidos naquele horário em que estávamos sem nada pra fazer (quase sempre...hehe). John Hughes era um grande diretor de comédias adolescentes e marcou para sempre a história da geração oitentista que cresceu vendo filmes como "Clube dos cinco", "A garota de rosa-shocking", "Te pego lá fora" e "Namorada de aluguel". Nem todos foram dirigidos por Hughes, mas não há dúvida de que ele criou um padrão para a comédia americana nos anos 80. Saudade, saudade…


Notícia triste

Fiquei sabendo pelo Actions e Comics. Uma grande perda para o mundo dos quadrinhos. Além de brasileiro, Al Rio foi um desenhista muito talentoso, de grande destaque internacional. O cara chegou a trabalhar com o Alan Moore - sonho de dez entre dez ilustradores de quadrinhos.



Desenhista Al Rio é encontrado morto em sua casa

http://comicartcommunity.com/wp-content/uploads/2011/08/alrioartslide-e1313041685876-300x209.jpg

O desenhista Alvaro Araújo Lourenço do Rio, conhecido como Al Rio, foi encontrado morto na manhã desta terça-feira (31) em sua residência, no bairro da Serrinha, em Fortaleza. As informações são da Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (Ciops) da capital cearense. As causas da morte não foram divulgadas.

Al Rio tinha 40 anos e participou no último fim de semana da primeira edição da ComicCon, realizada dentro do festival Sana Fest. Na página do evento no Facebook, há mensagens de luto e a promessa de uma grande homenagem em uma próxima edição.
Capa de 'The art of Al Rio V2' (Foto: Reprodução) 
Capa de 'The Art of Al Rio V2'
O desenhista já trabalhou para grandes editoras de quadrinhos internacionais, como Marvel e DC Comics. Entre os títulos que assinou estão “Captain America”, “X-Men Unlimited”, “WildC.A.T.S”, “Secret Files”, "Voodoo" e “Vampirella”, entre outras.
Ao lado de nomes como Mike Deodato e Marcelo Campos, ele foi um dos primeiros brasileiros a entrar no mercado de quadrinhos dos Estados Unidos.
Considerado muito versátil, tinha uma características marcante: a de ilustrar mulheres com um traço bem sexy - como pode ser visto nas edições da coletânea de trabalhos particulares "The Art of Al Rio". Entre as beldades desenhadas estão as versões do quadrinista para as super-heroínas Mulher Maravilha e Batgirl, entre outras.
O trabalho de Al Rio pode ser conferido no seu site oficial, alrioart.com, ou na página do artista no DeviantArt.

Em homenagem, aqui vai uma amostra do trabalho do cara:


Fazendo uma mandinga com o bruxo Alan Moore
Mais batuque com o inglês barbudo

Mulher gostosa era a especialidade do cara